Seguro para as bikes

Um dos melhores meios de transporte, que faz bem à saúde, não polui, custa muito pouco e que todos nós gostaríamos de praticar com mais segurança nas ruas e estradas do nosso País, o ciclismo é uma atividade física muito importante. Agora, você quer investir mais em equipamentos mais modernos e fica preocupado? Não fique, por isso já existe no mercado modalidades de seguro específico para as bikes. Nele é possível ficar coberto em relação à danos na bicicleta, ressarcimento em caso de roubo, acidentes pessoais e muito mais. Por isso, como sempre falamos, chame seu corretor de seguros de confiança para garantir uma apólice que deixe você 100% tranquilo quando for colocar sua magrela na rua. #umavidasegura #sindsegsp

Bicicletas como meio de locomoção: o que saber para se proteger e proteger o ciclista

Com as tardes mais longas e prazerosas da primavera, sair do trabalho e dar uma volta de bicicleta é um bom programa para manter a saúde em ordem e espairecer. Além de ser um excelente exercício, andar de bicicleta contribui para a redução da emissão de CO2. Mas é preciso ter alguns cuidados ao praticar a atividade, principalmente nos grandes centros urbanos.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quando pedalada por pessoas acima de 12 anos, a bicicleta torna-se um veículo e, para se proteger e não machucar ninguém, é preciso seguir as regras previstas na lei.

Andar na rua junto com os carros, onde não houver ciclovia ou ciclofaixa, é uma importante regra, mas desconhecida por muitos. Afinal, calçada é para quem está a pé. Respeitar o semáforo vermelho, exatamente como fazem os carros, é outra regra que a bike deve seguir. Usar capacete ao pedalar não está na lei, mas é extremamente importante. Além disso, é indicado manter a bicicleta equipada com buzina, retrovisores e adesivos refletivos na frente, atrás, dos lados, nas rodas e nos pedais.

Usar roupas claras também é uma atitude de segurança, principalmente para aqueles que pedalam à noite. Lembre-se sempre de sinalizar suas intenções com os braços, um ato fundamental para que, como ciclista, você possa se comunicar com aqueles que estão em outros veículos.

No papel de motorista, proteja quem está de bike, ou seja, não ande colado aos ciclistas e reduza a velocidade. Já trouxemos, nesse post, um pequeno manual da boa convivência no trânsito.

E aí, vai pedalar quando?

Pequeno manual da boa convivência no trânsito

Além de contribuir com a redução da poluição atmosférica e aumentar a qualidade de vida da população, o hábito de pedalar pode trazer benefícios à economia municipal e nacional, ao reduzir os congestionamentos.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), estima-se que:

– Os ciclistas deixem de emitir até 3% de todo o CO² de deslocamentos cotidianos da cidade;
– Um uso mais frequente da bicicleta pode reduzir em até 18% as emissões de CO²;
– Os ciclistas façam três vezes mais atividade física do que a população em geral, ganhando também em sensação de bem-estar;
– Se a população trocasse o carro e o ônibus pela bicicleta em parte das viagens, a economia seria de R$ 34 milhões no Sistema Único de Saúde, considerando reduções nos gastos com doenças cardiovasculares e diabetes;
– Existe um potencial de aumento da renda disponível das pessoas, ao trocar o transporte motorizado pela bicicleta;
– O aumento do PIB municipal poderia chegar a R$ 640 milhões;
– O ganho na economia com a diminuição dos congestionamentos poderia chegar a R$ 225 milhões.

Sendo assim, e sabendo dos benefícios de utilizar as bicicletas como meio de transporte, além das dicas aos próprios ciclistas para pedalar com segurança, aqui vai um pequeno manual de boa convivência para que motoristas respeitem o público sobre duas rodas:

1. Não buzine para o ciclista. O barulho da buzina pode alcançar 104 decibéis, assustando-o e desequilibrando-o. Se for inevitável chamar a atenção, mantenha distância, dê toques curtos e aguarde a reação do ciclista.

2. Ao ultrapassar um ciclista, mantenha distância. Quanto mais próximo o veículo estiver da pessoa que pedala, maior seu medo e insegurança. Lembre-se de que o Código Brasileiro de Trânsito estabelece a distância mínima de 1,5 metro nas ultrapassagens. A medida mais indicada nesses casos é mudar de faixa ou aguardar o melhor momento para desviar da bicicleta de modo seguro.

3. Sempre que notar um ciclista na rua desacelere. Uma das sensações mais terríveis para qualquer ciclista é ser ultrapassado por um carro em alta velocidade. Pode acontecer ainda de a corrente de ar gerada desequilibrá-lo.

4. Redobre a atenção ao sair de garagens e abrir as portas do carro. Em vias sem ciclofaixas ou ciclovias ciclistas costumam trafegar próximos à beira das calçadas.

5. Sempre fique atrás do ciclista para fazer uma conversão. Nunca feche a bicicleta para virar à esquerda ou à direita.

6. Coloque-se no lugar do ciclista! Experimente pedalar por um dia, seja nas ciclofaixas temporárias em domingos e feriados nacionais, seja nas ciclofaixas e ciclovias permanentes. Assim, você entenderá o que acontece sobre duas rodas e refletirá sobre suas atitudes no papel de condutor. Lembre-se: no trânsito, sua escolha faz a diferença!