Gentileza no trânsito

No trânsito somos todos pedestres. Quem nunca ouvi essa frase antes? Ela não quer dizer apenas que devemos, enquanto estamos dirigindo, por exemplo, dar a preferência para outros, mas também tratar todos os outros como iguais. O dia a dia corrido, principalmente nas grandes cidades, causa irritação, estresse e, até mesmo, em casos extremos, violência. Este comportamento, que pode chegar até a provocar acidentes sérios com consequências para toda a vida, deve ser combatido. Sabe como? Vamos listar algumas dicas.

  • Gentileza gera gentileza: como sociedade não podemos mudar de imediato, mas como cidadãos sim. Começando em casa, podemos refletir mais sobre como nossas atitudes influenciam a vida de outros, como tratamos as pessoas, seja no trânsito ou fora dele.
  • Velocidade moderada dentro dos limites: um dos erros mais cometidos pelos motoristas é dirigir acima do limite legal de velocidade das vias. Respeite-os. Para sua segurança e dos próximos.
  • No trânsito somos todos iguais: além do mote “preferência é sempre do pedestre”, trabalhe respeitando a situação e segurança de todos. Respeite as leis, permita que as pessoas atravessem as ruas com calma nas faixas indicadas para isso, sinalize suas ações dando seta, espaço e cuidado.
  • Não exploda no trânsito: não estamos sempre em dias bons. Lembre-se disso. Não sabemos o que acontece nas vidas das pessoas ao nosso redor, então não sabemos o que as nossas atitudes podem provocar nos outros. Antes de dirigir, tente se acalmar, e ao volante, não use o seu veículo como uma arma.
  • Álcool e direção = não: parece estranho termos que falar sobre isso todas as vezes que damos dicas de segurança e educação no trânsito, mas o assunto precisa ser, sempre, retomado. Não beba e dirija. Mais importante do que beber, do que sorrir, do que conversar, namorar, seja o que for, é viver.

Com calma, seguindo as leis de trânsito, pensando no próximo, um dia de cada vez, podemos ir mudando o cenário de caos em que vivemos, resultando em um trânsito mais gentil e, por consequência, nossa vida como um todo.

Bicicletas como meio de locomoção: o que saber para se proteger e proteger o ciclista

Com as tardes mais longas e prazerosas da primavera, sair do trabalho e dar uma volta de bicicleta é um bom programa para manter a saúde em ordem e espairecer. Além de ser um excelente exercício, andar de bicicleta contribui para a redução da emissão de CO2. Mas é preciso ter alguns cuidados ao praticar a atividade, principalmente nos grandes centros urbanos.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quando pedalada por pessoas acima de 12 anos, a bicicleta torna-se um veículo e, para se proteger e não machucar ninguém, é preciso seguir as regras previstas na lei.

Andar na rua junto com os carros, onde não houver ciclovia ou ciclofaixa, é uma importante regra, mas desconhecida por muitos. Afinal, calçada é para quem está a pé. Respeitar o semáforo vermelho, exatamente como fazem os carros, é outra regra que a bike deve seguir. Usar capacete ao pedalar não está na lei, mas é extremamente importante. Além disso, é indicado manter a bicicleta equipada com buzina, retrovisores e adesivos refletivos na frente, atrás, dos lados, nas rodas e nos pedais.

Usar roupas claras também é uma atitude de segurança, principalmente para aqueles que pedalam à noite. Lembre-se sempre de sinalizar suas intenções com os braços, um ato fundamental para que, como ciclista, você possa se comunicar com aqueles que estão em outros veículos.

No papel de motorista, proteja quem está de bike, ou seja, não ande colado aos ciclistas e reduza a velocidade. Já trouxemos, nesse post, um pequeno manual da boa convivência no trânsito.

E aí, vai pedalar quando?

1 em 5 motoristas admite que usa celular ao volante

Em 2018, uma pesquisa que ouviu mais de 52 mil pessoas nas capitais e no Distrito Federal, revelou que, em São Paulo, 17,4% dos entrevistados usam o celular enquanto dirigem, segundo dados obtidos pelo jornal “O Estado de S.Paulo” junto ao Ministério da Saúde. A multa para esse tipo de infração é gravíssima e vale sete pontos na carteira de habilitação.

As pessoas entre 25 e 34 anos e aquelas com mais de 12 anos de escolaridade lideram o ranking da infração. Belém é a capital com mais condutores que admitiram usar o aparelho enquanto dirigem, seguida de Rio Branco, Cuiabá e Vitória. São Paulo aparece no grupo de quem faz menos uso do celular no trânsito, ao lado do Rio de Janeiro e Manaus.

Especialistas alertam que mexer no equipamento favorece a ocorrência de acidentes e interfere na fluidez do tráfego. Para a redução do problema, segundo especialistas, o ideal seria que, quando o aparelho está em movimento, as redes sociais deixassem de funcionar.

Outras infrações

Além do uso do celular, a pesquisa também analisou outros comportamentos de risco no trânsito. Entre os entrevistados, 11,4% afirmaram que já foram multados por excesso de velocidade. O Distrito Federal tem a maior parcela de condutores que admitem a falta (15,6%), e Campo Grande (6,9%) e Porto Velho (7,1%) têm os menores índices.

Já o porcentual de condutores que dirigem sob efeito de álcool ficou em 5,3%. Nesse quesito, Recife (2,2%), Rio (2,9%) e Vitória (3,2%) tiveram os percentuais mais baixos. Palmas (14,2%) e Teresina (12,4%) registraram os maiores índices.

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