Cultura


Seguro da seleção: entenda como funciona


Segundo uma pesquisa da especialista em seguros britânica Lloyds em parceria com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR), divulgada no jornal Valor Econômico, a seleção brasileira tem o terceiro seguro mais caro entre os times que disputam o Mundial de Futebol em 2018. Em primeiro vem a França, seguida pela Inglaterra.

Para chegar ao resultado, foi elaborado um modelo econômico que estima a renda dos jogadores até a aposentadoria. Com essas projeções, que levam em conta os salários e receitas provenientes dos patrocínios dos jogadores, foi possível avaliar os valores segurados por idade, posição e nacionalidade.  

Entre outras informações, a pesquisa identificou que os atacantes são os jogadores mais valiosos na edição deste ano, com uma média aproximada de US$ 27 milhões em seguros; os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado (38%); e os jogadores entre 18 e 24 anos têm a maior média de valor segurado, de aproximadamente US$ 28 milhões.

De acordo com as fontes, como os dados são anônimos, não há informação individual como, por exemplo, qual jogador possui o seguro mais caro. Mas, ainda assim, é possível estimar que o seguro médio de um jogador brasileiro é maior do que a somatória de todo o elenco do Panamá, por exemplo, que tem a seleção com seguro mais barato entre os 32 times competidores (17,7 milhões de libras).

O veículo ainda complementa que, caso estes valores se reflitam no campo, a Lloyd’s prevê que o Brasil avançará até as quartas de final, perdendo para a Inglaterra, uma seleção mais jovem, e, portanto, mais valiosa, segundo o estudo. Usando estes critérios, a França seria a campeã do torneio.

Para quem acha que essas previsões são furadas, uma análise similar foi realizada antes da Copa do Mundo de 2014, e a seguradora acertou a previsão de que a Alemanha sairia vitoriosa.

Vamos acompanhar os próximos jogos para descobrir se a análise vai se concretizar. Qual o seu palpite?

Fonte: Valor Econômico